É uma realidade cruel e por isso não podemos naturalizá-la e muito menos considerar o trabalhador-estudante como um estudante de segunda classe. Já temos avanços claros quanto à participação do trabalhador-estudante nos fóruns do DCE com Plenárias, Debates e Assembléias acontecendo à noite e com a ampliação do horário de funcionamento da BICEN (conquistada na paralisação).
Porém temos que avançar nas políticas educacionais (ensino-pesquisa-extensão) para o trabalhador-estudante e ser protagonista no debate sobre a redução da jornada de trabalho, pois a mesma é uma forma de gerar mais empregos, melhorar a qualidade de vida de todos os trabalhadores e nos dá mais tempo para estudar, viver e construir a Universidade.
Propomos:
- Grupo de trabalho permanente que busque melhorias para os cursos noturnos e inicie o debate sobre a redução da jornada de trabalho.
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